«À medida que uma editora após outra foi sendo comprada por grandes grupos, os proprietários insisitiram que o seu novo ramo editorial gerasse a mesma rentabilidade que os seus jornais, redes de televisão a cabo e filmes - negócios que sempre tiveram margens de lucro mais altas. [...] Para atender a essas novas expectativas, as editoras mudaram drasticamente a natureza do que publicavam.»